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Abr 09

 

publicado por aguerradameseta às 11:55

comentário:
Bom dia, senhor Portela!

Estou lendo seu livro "O novo romance", o qual comento em minha tese do doutorado.

Meu objeto de estudo é o cronista brasileiro Brito Broca, contrário ao movimento francês, seguindo na mesma linha de João Gaspar Simões, de quem era colega.

Eu gostaria de fazer algumas perguntas ao senhor, sobre novo romance, Gaspar Simões, crítica literária e literatura em geral.

Caso o senhor tenha tempo e interesse em me ajudar, deixo meu email.
danisp@usp.br

Um abraço,
Daniela.
Daniela a 29 de Outubro de 2010 às 22:47

mais sobre mim
Artur Portela

Artur Portela nasceu em Lisboa, formou-se em História e vive no Monte Estoril. Publicou o seu primeiro livro em 1959. Era um volume de crónicas muito contundentes. Levava o título A Feira das Vaidades e foi imediatamente apreendido pela PIDE.

Ao longo dos anos 60 publica as colectâneas de contos Avenida de Roma Thelonious Monk, que foram definidas como retratos da nova cidade, e os romances O Código de Hamurabi, imagem de uma Lisboa jornalística e literária, e Rama, Verdadeiramente, uma história de amor.

Nos anos 70 surgem mais dois romances seus: Marçalazar, sátira do fim de um regime, e Fotomontagem, a revolução vista de um jornal e um jornal visto de uma revolução.

Ainda antes da queda da Ditadura dá à estampa livros de crónicas de forte crítica social, as séries Novo Conde de Abranhos(2 volumes) e A Funda (7 volumes).

Além de um livro de contos publicado, em 1987, Três Lágrimas Paralelas, saem, em 2001, a parábola A Ração do Céu: Comida Colateral, sobre a guerra e os seus efeitos colaterais, e, em 2002, o romance A Manobra de Valsalva, com os media e a globalização como temática.

Na Dom Quixote, publicou os romances satíricos História Fantástica de António Portugal (2004), um século português que leva o nome de um homem, As noivas de São Bento (2005), um policial sobre o poder, a solidão e a manipulação, e o livro de contos-fábulas Os Peixes Voadores (2006).

Agora, o romance A Guerra da Meseta (2009), terna, terrível e irónica imagem de um país fantástico, a Istmânia.